| 05.08.2008 | City Bank Hall | Rio De Janeiro | Brazil | ||||
| 05.10.2008 | Chevrolet Hall | Belo Horizonte | Brazil | ||||
| 05.15.2008 | Helloch Club | Curitiba | Brazil | ||||
| 05.16.2008 | Credicard Hall | Sao Paulo | Brazil | ||||
Best i can
Revolution Caling

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Revolution Caling

Sou um grande fã da época da Jovem Guarda e cosecutivamente dos The Fevers. Mas da onde eles tiraram esse visual Hippie pra tocar um clássico da disco music!? Muito hilário!


Aproveitando que logo logo, o Scorpions estará passando por essas terras tupiniquins, resolvi falar um pouco do último cd de estúdio dos caras.
Após o disco de 2004 “Unbreakable”, que já mostrava a volta dos bons tempos do Scorpions, eles conseguem se superar com esse “Humanity Hour I”. Mostrando um som um pouco mais pesado que seu antecessor, o disco remete aos bons tempos de “Blackout” de 1983. Logo de cara, surge uma faixa de abertura de respeito, “Hour 1″, com sua cozinha pesada, e um riff bem marcante, excelente para abrir um show, refrão grudento. Na sequência temos, “The game of life”, música que lembra um pouco a clássica “Big city nights”. nessa música se destaca o trabalho inicial de guitarra, com um riff clássico de Ruldolph Schenker, com as inserções dos solos de Mathias Jabs. “We were born to fly”, tem um começo mais moderno, porém, na sequência da música é pura melodia, como a banda sempre fez. “The future never dies” chega, para lembrar que todo disco do Scorpions precisa de uma bela balada.Com sua introdução ao piano, lembra muito no começo “Ave maria do morro”. Essa música é cheia de inserções de instrumentos de orquestra, o que parece virou especialidade do conjunto também. O peso volta em “You’re lovin’me to death”, com um refrão bastante pegajoso. “321″ é música pra levantar a galera, a qualquer hora de um show, solo muito bem estruturado de Mathias Jabs nessa música. “Love we keep us alive” é a chamada música do “isqueiro”. balada belíssima daquelas que você viaja, com a bela voz de klaus Meine, e a junção de violões á guitarras, que da tão certo na carreira desses alemães. E tome guitarras distorcidas na introdução de “We will rise again”, música bem cadenciada. Bom, cabe aqui colocar, como já citado acima algumas vezes: O destaque do disco fica, para o excelente trabalho de guitarras. Timbre, técnica, pegada, composição, tudo é de extremo bom gosto. Uma balada mais leve, e intimista é “Your last song”, com ótimas vocalizações. Intimidade que continua na quase blueseira “Love is war”. A volta ao peso, acontece em “The Cross”, com Ruldoph Schenker, comandando as guitarras. A faixa que fecha o disco “Humanity” começa devagar, só no violão, o que depois se transforma numa barreira de guitarras que parecem uma sinfonia. Um ótimo cd, que deve servir de base para o novo show que rola, no sul, em São Paulo, Rio, e Manaus, essa última(invejem!) na última passagem da banda aqui em 2007, teve a honra de ser a cidade suporte, para a gravação do novo dvd da banda, “Live at Amazonas”. Será que Vitória um dia chega lá? Estarei lá em caso positivo.
Ano:2007
Faixas
Hour I
(Rudolf Schenker/James Michael/Desmond Child/John 5)
The Game Of Life
(Klaus Meine/Child/Mikael Nord Andersson/Martin Hansen)
We Were Born To Fly
(Matthias Jabs/Eric Bazilian/Marti Frederiksen)
The Future Never Dies
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian, Jason Paige and Russ Irwin)
You´re Lovin´ Me To Death
(Rudolf Schenker, Desmond Child, Andreas Carlsson and Eric Bazilian)
321
(Rudolf Schenker, Desmond Child, Marti Frederiksen and Jason Paige)
Love Will Keep Us Alive
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian and Marti Frederiksen)
We Will Rise Again
(Matthias Jabs, James Michael, Jason Paige and Desmond Child)
Your Last Song
(Rudolf Schenker, Desmond Child and Eric Bazilian)
Love Is War
(Matthias Jabs, James Michael, Desmond Child and Marti Frederiksen)
The Cross
(Matthias Jabs, James Michael, Marti Frederiksen and Desmond Child)
Humanity
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian and Marti Frederiksen)
Integrantes:
Klaus Meine – Vocais
Rudolf Schenker – Guitarra
Matthias Jabs – Guitarra
Pawel Maciwoda – Baixo
James Kottak – Bateria

O show acontece no Ilha acústico, faço um jabazinho pq gosto muito da casa. www.ilhacustico.com.br
Essa noite não
Vou te levar


“Sonhando coisas do futuro, no meio de uma saudade, eu e você somos iguais”
Esquinas de tantas ruas – 14 bis(Flávio venturini, Hely, Cláudio Venturini e Vermelho)

Bom quero ver quem sabe que estilo musical esse conjunto abaixo toca. Quem quiser arriscar o nome também pode.
Dica: Esse conjunto é um dos maiores no Brasil no seu estilo, e é um conjunto que já curti muito, indo inclusive a uns 4 shows(como se isso fosse ajudar).
Então, alguém arrisca? Branquinho, marronzinho ou malhadinho?

