h1

Parece né!?

abril 29, 2009

Sendo eu muito fã do vocalista/baixista Glenn Hughes “The voice of rock!” (ex-Trapeze, Deep Purple e Black Sabbath) atualmente em carreira solo, e olhando seu novo visual de cabelo mais curto, percebi que ele me lembrava muito outra celebridade. Mas quem seria? Sharon Osbourne!

Hughes e Sharon

Hughes e Sharon

Anúncios
h1

Uma Noite Inesquecível!

abril 17, 2009

Show do Rio - 08-04-09

Show do Rio - 08-04-09

Passado a emoção e euforia do “Melhor show do planeta” venho por meio desse post tentar explicar o que foi (É) um espetáculo do KISS. Após minha decepção em 1999 de não ter conseguido ver a banda na turnê Psicho Circus, eu não poderia perder a oportunidade de ver a banda que me levou a escutar rock. Eran 21:35 na praça da apoteose no Rio de Janeiro, quando o pano preto com a logo da banda em Prata despenca logo após uma introdução com a música “Won’t get fooled again” do The who. “Deuce” logo de cara pra delírio dos presentes. Essa música não pode faltar em nenhum show do KISS, assim como a clássica “dancinha” que Paul Stanley, Gene Simmons e Tommy Thayer fazem nela. “Strutter” da um tapa na cara da platéia, com sua virada de bateria no começo da música, rock n roll puro.Sequência de músicas do primeiro ao vivo do grupo “Alive”, “Got to choose” é uma daquelas músicas que cativam desde o primeiro acorde, além de ser uma das preferidas de Paul Stanley. Interessante ver como a banda ainda agrega tantos números de fãs de todas as idades. Era possível ver pré-adolescentes até os cinquentões, muitos maquiados a rigor. “Hotter than hell” da sequência aos clássicos do primeiro ao vivo do KISS, com seus belos fraseados de guitarra e o belo solo que Tommy Thayer reproduziu com maestria. Cabe um parênteses aqui: Eric Singer reproduz muito bem as passagens de Peter Criss nas baquetas(inclusive por ser um baterista mais técnico) mas consegue colocar sua identidade nas músicas e no modo de tocar, coisa que Thommy não faz, copiando demasiadamente Ace Frehley. Paul então saúda os presentes e Gene faz seu tradicional espetáculo particular cuspindo fogo.  Na sequência mais clássicos: Nothin’ to Lose”, “C’mon and Love Me”, “Parasite” e “She”. A chuva nessa hora apareceu, o que não esfriou em nada a empolgação da galera presente em ver seus heróis, borrando somente um pouco a maquiagem da galera, :). Assim como no Unplugged da banda, quem assume os vocias em “Nothin to loose” é Eric Singer, dando um show nos vocias e nas baquetas. “C’mon and love me” e “Parasite” nunca foram minhas músicas favoritas do KISS, mas o que elas funcionam ao vivo é de arrepiar. É a vez de Tommy Thayer assumir o palco sozinho(nessa hora a chuva chegou a patamares elevados), para fazer seu solo com os efeitos de explosões vindos da guitarra, dando um show a parte. A banda volta ao palco para tocar a fantástica(não da para explicar de outra forma) “Watchin’ you”. O baixo de Gene então soa mais forte para “100.00 years”, com o solo de Bateria de Eric e a plataforma subindo até o teto do palco. A chuva deu uma trégua, mas o KISS não, e então veio “Cold Gin”,  aquele rockão básicão que encanta ainda a platéia. “Let me go, rock n roll” é outro rock n roll básicoque não da pra ficar parado. “Black diamond” é clássico, porque é F***!!! Eric Singer detona nos vocais e a banda destrói tudo no palco. Antes de começar a música Paul faz um pedaço da introdução de “Starway to Heaven” do Led Zeppelin na guitarra e pergunta: “Vocês querem que toque essa!?” Para fechar a primeira parte do show, o hino do Rock “Rock n roll all nite”, faria até um difunto pular de alegria, a música aliada aos efeitos de explosões e chuva de papel picado, é algo inexplicável, só estando em um show pra entender. A galera queria mais, a banda retorna para o bis com a épica “Shout it out loud”, e como ja era de se esperar a música fica perfeita com os efeitos de palco. A banda entra na fase dos anos 80 “de cara limpa”, e mandam ver provavelmente no maior clássico da banda dessa época, “Lick it up” do álbum homônimo de 1983, faz você quebrar a cintura e acompanhar os movimentos de Paul Stanley. “Won’t Get Fooled Again” é tocada agora pela banda, prestando uma homenagem a umas das bandas que mais influenciaram o KISS(e uma das minhas preferidas também). Gene faz seu solo de baixo, “Cuspindo ” seu tradicional sangue(estamos num sohw do KISS, esqueceu!?) para Eric dar entrada em outra maravilhosa música da década de 80, “I love it loud” do “Creatures of the night” de 82. O show vai chegando ao fim, mas ainda faltam algumas músicas que não poderiam ficar de fora. Do albúm “Dinasty” de 79 o single multiplatinado “I was made for loving you”, falar o que dessa música? Apesar de seu ritmo dançante ter desagradado boa parte dos fãs mais xiitas do KISS quando foi lançada, ela não pode faltar em nenhum show também. Cabe outro parênteses aqui: Eu estava do lado da plataforma onde Paul Stanley viria para cantar o tradicional úmero de “Love Gun” passando por cima do público. Porém enquanto “I was made for loving you” estava sendo executada, os técnicos de som começaram a desmontar o equipamento da plataforma, e o número não foi feito, e nem a música tocada, uma pena. Para fechar a noite “Detroit rock city” e seu andamento eletrizante, explosões, e no final  Paul Stanley quebrando sua guitarra, para delírio dos presentes. Fim de show, e no céu fogos de artíficio, para coroar ainda mais esse espetáculo, que com certeza ficará na memória dos presentes para sempre.

Deuce
Strutter
Got To Choose
Hotter Than Hell
Nothin’ To Lose
C’mon and Love Me
Parasite
She
Tommy Thayer solo
Watchin’ You
100,000 Years
Eric Singer solo
Cold Gin
Let Me Go, Rock ‘N’ Roll
Black Diamond
Rock And Roll All Nite

Bis
Shout It Out Loud
Lick It Up
Won’t Get Fooled Again
Gene Simmons Solo
I Love It Loud
I Was Made For Lovin’ You
Detroit Rock City

h1

Indicado! – Paozinho de queijo

maio 26, 2008

As delícias das terras mineiras são muitas. entenda-se: Comida, mulheres e música. Esse capixaba têm saudades daquelas terras. Da música mineira, também tenho meus saudosismos, bons shows já assisti, mas por sorte isso tenho como ver por aqui mesmo. Skank, Jota quest, Pato Fu, Lô Borges, Beto Guedes(clube da esquina em geral), Sepultura, Flávio venturini e em especial 0 14 Bis. Não tem jeito: O 14 Bis é praticamente uma banda do Espírito Santo também, de tanto que eles tocam por aqui, principalmente pelo interior. Mas faltava um registro ao vivo em DVD dessa super banda, que mescla raízes da música mineira e brasileira com um toque de rock progressivo (vide que dois dos seus fundadores, o baixista Magrão e o ex-vocalista e pianista Flávio Venturini, tocavam antes de formar o conjunto na maior banda de rock progressivo que o Brasil já teve: O Terço). Gravado ao vivo, no Grande Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte, o DVD inclue os maiores sucessos da banda como: Espanhola; Natural; Canção da América; Linda Juventude;Todo Azul do Mar; Planeta Sonho entre outras. Alem disso, tem participações especiais de convidados amigos, instrumentistas e cantores como Beto Guedes; Rogerio Flausino; Marcus Viana e Flavio Venturini. Qualidade de imagem e som excelentes. Daqueles que você assisti e nem vê o tempo passar.

Todo azul do mar

Espanhola

Caçador de mim(Época do “Perdidos na noite”)

h1

Friozinho chegando…

maio 24, 2008

Friozinho chegando novamente…Gripe me deixando de cama…

Existe um rádio de um porteiro noturno aqui perto de casa, que parece estar sempre sintonizado em rádios que só tocam canções nostálgicas. Eis que toca mais uma daquelas músicas que você para e pensa: “Ôpa essa eu conheço!”. Sim, conhecia a banda, conhecia a música e conhecia o filme de qual ela  fez parte. Trata-se dos meninos do Keane, banda irlandesa, que usa apenas piano, voz e bateria em suas apresentações, dando ao seu pop açucarado, uma simplicidade única. O filme não é tão antigo, na verdade é até novo, mas como trata-se de uma bela história das telas, a música coube perfeitamente na “Casa do lago”. Ótimo filme, excelente trilha. Segue abaixo o vídeo. E o frio chegando…


 

h1

Versão

maio 22, 2008

Po a versão ficou melhor do que a original! confiram.

 

h1

Será o filho de Paul!?

maio 21, 2008

Talento e bom gosto o rapaizinho têm!

h1

Frase

maio 21, 2008

Em entrevista concedida ao jornalista Marko Syrjälä, da revista This is Rock, Paul Stanley do KISS respondeu como é ter gerações de fãs, inclusive se renovando, tendo crianças de menos de 10 anos nos shows com os pais curtindo o som da banda.

Paul Stanley: “Sim e é ótimo. Eu acredito que o que nós fazemos é atemporal e eterno, não tem uma época específica, é para sempre”.