Archive for abril \30\UTC 2008

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Queensryche – Muito(mais muito!) mais que uma balada lovy metal!

abril 30, 2008

 

05.08.2008 City Bank Hall Rio De Janeiro   Brazil    
05.10.2008 Chevrolet Hall Belo Horizonte   Brazil    
05.15.2008 Helloch Club Curitiba   Brazil    
05.16.2008 Credicard Hall Sao Paulo   Brazil  
Depois da ultima passagem turbulenta pelo Brasil em 1998, O Queensryche volta as terras brasileiras para 4 shows(datas acimas). Após o lançamento de “Operation Mindcrime part.2” que foi muito bem sucedido(apesar de nem perto do sucesso da primeira parte lançada originalmente em 1988), e o álbum de covers “Take cover”, no qual regravaram clássicos do U2, Queen, Police, Dio, entre outros, a banda norte-americana chegaria ao país para apresentar o show completo com as duas partes da sua ópera-rock. Porém em recente entrevista o vocalista Geoff Tate, desafirmou isso. Segundo ele a banda tocará sim, muitas canções do operation, porém fará músicas de outros discos como o multiplatinado “Empire”, que tem a famosa balada “Silent Lucility”, e o clássico “Rage for order”. A classe da banda, quem é fã conhece, quem não é ou não conhece, está perdendo muita coisa, pois trata-se de uma das bandas mais competentes do Heavy Metal. Se tiver chance, não perca!


Best i can


Revolution Caling

 

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Ahh, só a música mesmo!

abril 18, 2008

Sou um grande fã da época da Jovem Guarda e cosecutivamente dos The Fevers. Mas da onde eles tiraram esse visual Hippie pra tocar um clássico da disco music!? Muito hilário!

 

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Scorpions, o Hard Rock inesgotável

abril 14, 2008

Aproveitando que logo logo, o Scorpions estará passando por essas terras tupiniquins, resolvi falar um pouco do último cd de estúdio dos caras.
Após o disco de 2004 “Unbreakable”, que já mostrava a volta dos bons tempos do Scorpions, eles conseguem se superar com esse “Humanity Hour I”. Mostrando um som um pouco mais pesado que seu antecessor, o disco remete aos bons tempos de “Blackout” de 1983. Logo de cara, surge uma faixa de abertura de respeito, “Hour 1”, com sua cozinha pesada, e um riff bem marcante, excelente para abrir um show, refrão grudento. Na sequência temos, “The game of life”, música que lembra um pouco a clássica “Big city nights”. nessa música se destaca o trabalho inicial de guitarra, com um riff clássico de Ruldolph Schenker, com as inserções dos solos de Mathias Jabs. “We were born to fly”, tem um começo mais moderno, porém, na sequência da música é pura melodia, como a banda sempre fez. “The future never dies” chega, para lembrar que todo disco do Scorpions precisa de uma bela balada.Com sua introdução ao piano, lembra muito no começo “Ave maria do morro”. Essa música é cheia de inserções de instrumentos de orquestra, o que parece virou especialidade do conjunto também. O peso volta em “You’re lovin’me to death”, com um refrão bastante pegajoso. “321” é música pra levantar a galera, a qualquer hora de um show, solo muito bem estruturado de Mathias Jabs nessa música. “Love we keep us alive” é a chamada música do “isqueiro”. balada belíssima daquelas que você viaja, com a bela voz de klaus Meine, e a junção de violões á guitarras, que da tão certo na carreira desses alemães. E tome guitarras distorcidas na introdução de “We will rise again”, música bem cadenciada. Bom, cabe aqui colocar, como já citado acima algumas vezes: O destaque do disco fica, para o excelente trabalho de guitarras. Timbre, técnica, pegada, composição, tudo é de extremo bom gosto. Uma balada mais leve, e intimista é “Your last song”, com ótimas vocalizações. Intimidade que continua na quase blueseira “Love is war”. A volta ao peso, acontece em “The Cross”, com Ruldoph Schenker, comandando as guitarras. A faixa que fecha o disco “Humanity” começa devagar, só no violão, o que depois se transforma numa barreira de guitarras que parecem uma sinfonia. Um ótimo cd, que deve servir de base para o novo show que rola, no sul, em São Paulo, Rio, e Manaus, essa última(invejem!) na última passagem da banda aqui em 2007, teve a honra de ser a cidade suporte, para a gravação do novo dvd da banda, “Live at Amazonas”. Será que Vitória um dia chega lá? Estarei lá em caso positivo.

 

Ano:2007
 Faixas
Hour I
(Rudolf Schenker/James Michael/Desmond Child/John 5)
The Game Of Life
(Klaus Meine/Child/Mikael Nord Andersson/Martin Hansen)
We Were Born To Fly
(Matthias Jabs/Eric Bazilian/Marti Frederiksen)
The Future Never Dies
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian, Jason Paige and Russ Irwin)
You´re Lovin´ Me To Death
(Rudolf Schenker, Desmond Child, Andreas Carlsson and Eric Bazilian)
321
(Rudolf Schenker, Desmond Child, Marti Frederiksen and Jason Paige)
Love Will Keep Us Alive
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian and Marti Frederiksen)
We Will Rise Again
(Matthias Jabs, James Michael, Jason Paige and Desmond Child)
Your Last Song
(Rudolf Schenker, Desmond Child and Eric Bazilian)
Love Is War
(Matthias Jabs, James Michael, Desmond Child and Marti Frederiksen)
The Cross
(Matthias Jabs, James Michael, Marti Frederiksen and Desmond Child)
Humanity
(Klaus Meine, Desmond Child, Eric Bazilian and Marti Frederiksen)

Integrantes:
Klaus Meine – Vocais
Rudolf Schenker – Guitarra
Matthias Jabs – Guitarra
Pawel Maciwoda – Baixo
James Kottak – Bateria

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“Não tente se matar, pelos menos essa noite não”

abril 9, 2008
Melhor, não tente se matar na noite de sexta-feira dia 11/04, pois estará em vitória o revolucionário do rock Lobão. Trazendo na bagagem o show do cd/dvd “Acústico MTV” com músicas que o consagraram, e canções mais obscuras dos seus trabalhos ao longo dos anos. Esse não vi, to afim!

O show acontece no Ilha acústico, faço um jabazinho pq gosto muito da casa. www.ilhacustico.com.br

Essa noite não

Vou te levar

 

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Bringing the Boys Back Home.

abril 7, 2008
Essa foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando fiquei sabendo que o Pink Floyd, banda ícone do rock progressivo e psicodélico, possivelmente irá se reunir. Talvez os garotos não estejam voltando para casa, mas esperamos apenas que eles voltem.
Autores de grandes sucessos como The Wall, Whish You Were Here, Confortably Numb e inúmeras outras canções geniais, a banda já vendeu mais de 200 milhões de cópias. A história da banda, nesta altura do campeonato, nem precisa ser comentada. O que devemos lembrar é que, a banda, que já contou com as composições do lendário Syd Barrett, continuou seus trabalhos tendo como membros honorários David Gilmour na guitarra e no vocal, Roger Waters no baixo e no vocal, o tecladista Richard Wright e o baterista Nick Mason, membros, os quais, se separaram por brigas internar e judiciais em 1983, após o lançamento do disco The Final Cut.
Na justiça, Gilmour conseguiu o nome da banda e continuou compondo e se apresentando com Wright e Mason. Waters seguiu carreira solo.
A banda, em ocasiões especiais, como o Live 8 se reuniu para tocarem juntos algumas canções, por causas solidárias como a AIDS ou qualquer outra calamidade.
Mas agora, o que realmente nos interessa é que, de acordo com o que foi publicado recentemente pela Enter Magazine, o baterista Nick Maison afirma que “o Pink Floyd irá se reunir com certeza”, por não estarem mais com a antiga antipatia entre os integrantes da banda.
 Não sabemos ao certo se é uma jogada de mídia, para aumentar a sede dos fãs por apresentações belas e elaboradas, talvez imitando a discussão em volta de uma possível turnê de retorno do Led Zeppelin, mas digo em nome de muitos que a banda poderia desta vez se reunir por caridade ao carinho dos fãs e voltarem a apresentar o trabalho histórico, adorado por muitos ao redor do mundo.
Texto: André Matiuzzi
www.ofrangocaipira.wordpress.com

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Nasi magro

abril 6, 2008

É o fim do Ira foi complicado mesmo…olha como o Nasi emagreceu…rs***

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Trechos e Traduções

abril 6, 2008

“Sonhando coisas do futuro, no meio de uma saudade, eu e você somos iguais”

Esquinas de tantas ruas – 14 bis(Flávio venturini, Hely, Cláudio Venturini e Vermelho)