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Ilustração a serviço do rock

maio 21, 2008

Relendo minhas antigas revistas e fanzines de rock, deparei-me com uma coluna que sempre fechava uma dessas publicações. Trata-se do “Roko-Loko”, personagem ilustrativo do cartunista Marcio Baraldi, www.marciobaraldi.com.br . Márcio, assim como seu personagem são aficcionados por rock, e nos cartoons “Roko” sempre interage com uma situação ou personagem histórico, desse “Estilo de vida”.

Abaixo segue algumas ilustrações e cartoons dessa “fera”, que esta sempre sendo premiado pelos seus trabalhos.  De uma passada no site dele, pois ele tem muita coisa bacana pra mostrar fora da música também.

 

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O instrumento do mestre

maio 15, 2008

Essa era a titular do mestre Wander Taffo. Entra pra galeria dos sonhos de consumo.

 

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Guitarra Power Signature Wander Taffo

Corpo: Cedro (One piece)
Tarraxas: Vintage Blindadas Gotoh
Braço: Marfim com headstock preto
Escala: Ébano
Trastes: 24 em Alpaca
Marcação: Bolinhas em Madre-pérola genuína
Captador(es): 1 Humb. e 1 Single Coil Seymour Duncan em Alnico
Controles: 1 volume com push-pull que defasa o captador para Single
Ponte: Flutuante com alavanca e microafinação Gotoh
Peso Líquido: 3,2850 Kg
Acabamento: Pintura artística
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Cabelos compridos, sonhos e rock n’ roll

maio 15, 2008

Como noticiado no post abaixo, infelizmente perdemos um dos músicos mais completos do Brasil. Wander Taffo, um guitarrista inexplicável. Wander tinha projeto para voltar com a banda Taffo em Junho desse ano, infelizmente não houve tempo. Em 1990 a mesma banda lançou o álbum “Rosa Branca”, o primeiro disco que ouvi as belas melodias do mestre.

Adeus.

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u402179.shtml

 Matéria sobre o enterro

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Wander Taffo – Um adeus ao mestre

maio 14, 2008

Um adeus ao mestre na arte da guitarra, e um ídolo desse eterno aprendiz.

Wander Taffo, guitarrista paulistano do bairro da Pompéia, iniciou sua carreira no anos 70 (Maio 1973) com a banda Memphis, onde tocava em bailes nos clubes de São Paulo, como o Paulistano, o Pinheiros e o Círculo Militar. Nesta época, conviveu com a revolução musical e movimentos da Jovem Guarda, Tropicália e Beatles.

Ainda na década de 70, após a banda Memphis, Taffo foi integrante das bandas Made in Brazil, Secos e Molhados, Joelho de Porco, Gang 90 e Rita Lee. Em 1980, iniciou seu trabalho na banda Rádio Taxi, que estourou nas rádios com vários sucessos. Paralelamente ao trabalho artístico, Taffo também dava aulas particulares de guitarra.

Em 86, o guitarrista deixou o Rádio Táxi e partiu para um trabalho solo, gravando um disco em Los Angeles. Nesta fase, Taffo iniciou um projeto de montar uma escola de música inédita no Brasil. Essa idéia surgiu pois Wander Taffo percebeu a carência que o músico brasileiro encontrava para um estudo sério e diferenciado.

Em 1989, Wander lançou seu primeiro disco solo “Wander Taffo”, gravado em Los Angeles, contou com a participação de Lobão, além de músicas de Lulu Santos e Herbert Vianna. O disco recebeu o Prêmio Sharp de Música na categoria “Revelação Pop Rock Masculino”. No ano seguinte (1990) Wander foi escolhido pela crítica como o melhor guitarrista do Brasil.

Em 1991, Wander Taffo ainda formou a Banda Taffo e teve a oportunidade de apresentar seu novo disco Rosa Branca em shows em Nova York, no Limelight e no Cat Club, show que foi gravado pela MTV americana e transmitido para vários países.

Como guitarrista Wander foi convidado para participar dos discos de Marina – “Marina Lima” / 91, de Cássia Eller – “Cassia Eller” / 94, Guilherme Arantes – “ Clássicos” / 94, Arnaldo Batista /95, Afonso Nigro / 95, Guilherme Arantes ao vivo – 2001, entre outros.

Em 1996 Taffo lançou seu segundo disco solo, “Lola” que teve a música “Sempre junto de você” na trilha da novela “O amor está no ar” da Rede Globo. Em julho de 1997, Taffo abriu o IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia). Assim, paralisou seus projetos musicais, dedicando-se exclusivamente ao IG&T. A escola unia a alta tecnologia com centro de conveniência, totalmente inédita na América Latina. Em apenas 1 ano de funcionamento, o IG&T atingiu 1000 matrículas, garantindo o sucesso do projeto.

A partir daí, Taffo abriu oportunidades a outros instrumentos. Seguindo os mesmos padrões do IG&T, em novembro de 99 o Instituto de Guitarra mudou para EM&T (Escola de Música e Tecnologia), no Jabaquara, num prédio de 5 andares (500 metros quadrados por andar), com mais cinco Institutos: IB&T (Instituto de Baixo e Tecnologia); IV&T (Instituto de Violão e Tecnologia); IC&T (Instituto de Canto e Tecnologia); IP&T (Instituto de Percussão e Tecnologia – Bateria) e IT&T (Instituto de Teclado e Tecnologia).

Hoje, a EM&T já reflete um grande sucesso, premiada com 5 certificados internacionais de qualidade, onde estão matriculados mais de 2500 alunos, de várias partes do País. Em Fevereiro de 2006 foi inaugurada com muito sucesso a EM&T de Vitória/ES dando início às franquias da EM&T e também o núcleo EM&T nas Escolas Pueri Domus. Campinas/São Paulo inaugurou em Fevereiro último, uma nova unidade da EM&T.

Taffo também volta aos palcos com o lançamento do DVD e CD ao vivo do Radio Taxi pela Sony/Bmg. O último projeto em andamento, interrompido por esta fatatalidade, seria a volta da banda Taffo prevista para o mês de julho de 2008.

fonte: www.territoriodamusica.com

Você pode ler o post aqui https://paisagemurbana.wordpress.com/2008/03/14/vou-de-taxi/ sobre o show do Rádio Taxi que aconteceu ano passado em Vitória/ES. Um momento único e mágico, que só quem esteve, poderá entender o que foi aquele show.

 


Sonhos e Rock n Roll


Um Amor de Verão


Coisas de Casal

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O Doce Poeta

maio 13, 2008

Derek Willian Dick, mais conhecido como Fish, foi o primeiro vocalista do Marillion, banda seminal de rock progressivo dos anos 80. Nascido em Edimburgo, Escócia, em 25 de abril de 1958. Ganhou esse apelido não pelas suas digamos, apreciáveis bebedeiras, e sim ainda adolescente, por passar horas tomando seu banho semanal. Teve vários empregos que um jovem pobre daquela época poderia ter, de frentista a jardineiro. O adversidade ao seu trabalho porém aparecia, quando ele era sempre mandado embora, por “não conseguir se fixar a realidade”.

Fish, fez várias audições em bandas, até que em 1980, fez seu primeiro contato com o Marillion, vindo em março do ano seguinte subir pela primeira vez ao palco com a banda.

O nome do grupo crescia no Reino Unido, devido a excelente qualidade musical agregados a complexidade das letras e as apresentações teatrais do seu frontman. Nessa época o Marillion foi tido como uma imitação do Gênesis, e Fish como uma cópia de Peter Gabriel, pois até a maquiagem que usavam na época eram muito similares.

Em pouco tempo as casas começaram a ficar pequenas, o que chamou a atenção da gravadora EMI, que contratou a banda. Seu primeiro single foi “Market Square Heroes” de 82. Em 83 saiu o primeiro álbum, o elogiado “Script For A Jester’s Tears”, onde se destaca a faixa-título, além de outras como “Chelsea Monday” e “He Knows, You Know”. A imprensa deu bastante destaque à banda, e eles passaram o ano fazendo shows, terminando a tour com um show antológico no Marquee.
Em 85 foi lançado o disco conceitual “Misplace Childhood”. Este provavelmente é um dos discos mais clássicos do rock progressivo. O disco conta uma história de um astro de rock que se ressente da escolha da carreira ao invés do amor de infância. Chegou disparando para o 1º lugar e os singles “Kayleigh” e “Lavender” chegaram ao 2º e 5º lugares respectivamente. A banda ganhava finalmente o respeito britânico e mundial. Fish começou a ser apontado como um poeta para sua geração.

Foram dois anos de muitos shows e sucesso, e em 87 saiu o álbum “Clutching At Straws”, um álbum bem sombrio, com algumas das melhores letras de Fish. O disco fala muito de problemas com álcool e frustrações, e o disco chegou ao 2º lugar, mas os problemas musicais e de relacionamento chegaram ao limite e Fish declarou no dia 16 de setembro de 1988 que estava deixando a banda para partir para a carreira solo.

Ainda foi lançado o álbum ao vivo “The Thieving Magpie”, que serve como despedida da formação mais clássica do Marillion. Fish assinou com a EMI e lançou “Vigil In A Wildreness Of Mirrors” em 1990, um álbum que conta com participações de vários músicos, entre eles Frank Usher, que tocou com ele no começo de carreira, e Janick Gers, que passou por várias bandas e atualmente está no Iron Maiden. “Vigil…” tem tudo o que um fã de Marillion esperava: Músicas progressivas com um instrumental perfeito e letras fantásticas como “Family Business” ou “The Company”. O disco é muito bom, mas a crítica não o aceitou muito bem, e não foi aquele sucesso esperado.

Em 91 foi lançado “Internal Exile”, outro grande álbum, com várias referências a Escócia, onde se destaca “Internal Exile”, com um final com gaita-de-foles arrepiante. Logo depois Fish homenageou suas influências com o disco de covers “Songs From The Mirror”, onde há versões de Pink Floyd, Genesis, The Sensational Alex Harvey Band (banda lendária na Escócia, de onde saíram o baixista Chris Glenn e o baterista Ted MacKenna, que tocaram com Gillan, Michael Schenker e outros), David Bowie, e outros.

Com o contrato com a EMI encerrado, Fish fundou seu próprio selo e começou a por em prática o lançamento de vários “piratas oficiais”, de apresentações ao vivo. Um dos melhores dessa safra é o “Sushi”, um registro do último show da tour do “Songs…”.

“Suits”, de 1994, é o primeiro álbum com músicas inéditas desde 91, e vem recheado de críticas aos “homens de terno”, que dirigem as coisas, e amarguras do meio musical. Entre as várias coletâneas lançadas, saiu a dupla “Yin” e “Yang”, em 1995, que pode ser a porta de entrada se você quer conhecer seu trabalho de Fish. Tem várias regravações do Marillion e versões inéditas de músicas solo. É uma coletânea honesta, que não cheira a caça-níqueis.

O Brasil foi privilegiado pela visita de Fish. Em 96, com shows antológicos, ele mostrou que é um dos maiores carismas do rock. Chegou a descer do palco e cantar no meio do público, contou dezenas de piadas (disse que em 90 a Escócia só tinha perdido do Brasil na Copa do Mundo porque a torcida só tinha dinheiro para beber até o fim da primeira fase!!!!). Um dos grandes momentos foi o público todo abraçado imitando a coreografia do clipe, ao som de “Incommunicado”, e o encore com “Lavender”.

Em 97 foi lançado “Sunsets On Empire”, um cd com uma sonoridade um pouco diferente, com uma guitarra mais pesada e alguns experimentos, como por exemplo, na faixa “What Colour is God?”, onde dispara contra o racismo, e “Brother 52”. Esse CD tem uma edição limitada, que acompanha um CD de entrevistas onde ele cita ter ficado chocado com a situação dos meninos de rua que viu no Brasil. Fala também das suas visitas a Bósnia e Croácia, que estavam em guerra na época. Fish foi um dos artistas que mais pediram pela paz no local, e visita regularmente esses países até hoje.

Raingods With Zippos” foi lançado em 99 e distribuído pela Roadrunner mundialmente. É um bom disco, e foi lançado no Brasil, algo que não acontecia desde “Internal Exile”. Para 2001 está saindo “Fellini Days”, com algumas participações confirmadas, como as de Steve Lukater e Brian May. O guitarrista do Queen é amigo de Fish há anos, inclusive existem alguns piratas de uma jam session de Fish com o Queen em 86.

Surgiram alguns boatos sobre uma reunião do Marillion com Fish, desmentidos por ambos os lados, mas não totalmente descartada a longo prazo. Inclusive Fish e seu substituto, Steve Hogart, participaram de uma gravação juntos, da música “Sailing”, em um EP beneficente.

FISH atualmente

A carreira de Fish, se teve altos e baixos em matéria de vendas e popularidade, sempre teve um padrão de qualidade altíssima. E mantém-se até hoje como um dos principais ícones da música progressiva mundial.

 

Do começo da carreira

Script For A Jester’s Tear

A mais famosa música do Marillion com Fish no vocal aqui no Brasil

Kayleigh

Uma das melhores

Sugar Mice

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Temperatura baixando…

maio 6, 2008

Temperatura caindo um pouco, e passando os canais da TV me deparo com um show de Noel Galagher do Oasis. Juntei o frio com o vocal do guitarrista e me lembrei desse clip da banda, que Noel assume os vocais. Muito bem produzido, e a música apesar de meio melancólica, tem umas das mais belas melodias do conjunto, formando com o clip uma obra única.

 
The Masterplan

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Queensryche – Muito(mais muito!) mais que uma balada lovy metal!

abril 30, 2008

 

05.08.2008 City Bank Hall Rio De Janeiro   Brazil    
05.10.2008 Chevrolet Hall Belo Horizonte   Brazil    
05.15.2008 Helloch Club Curitiba   Brazil    
05.16.2008 Credicard Hall Sao Paulo   Brazil  
Depois da ultima passagem turbulenta pelo Brasil em 1998, O Queensryche volta as terras brasileiras para 4 shows(datas acimas). Após o lançamento de “Operation Mindcrime part.2” que foi muito bem sucedido(apesar de nem perto do sucesso da primeira parte lançada originalmente em 1988), e o álbum de covers “Take cover”, no qual regravaram clássicos do U2, Queen, Police, Dio, entre outros, a banda norte-americana chegaria ao país para apresentar o show completo com as duas partes da sua ópera-rock. Porém em recente entrevista o vocalista Geoff Tate, desafirmou isso. Segundo ele a banda tocará sim, muitas canções do operation, porém fará músicas de outros discos como o multiplatinado “Empire”, que tem a famosa balada “Silent Lucility”, e o clássico “Rage for order”. A classe da banda, quem é fã conhece, quem não é ou não conhece, está perdendo muita coisa, pois trata-se de uma das bandas mais competentes do Heavy Metal. Se tiver chance, não perca!


Best i can


Revolution Caling